COLETIVO CONTÁGIO

Arte, comunicação e cultura para criar novos imaginários sobre HIV/Aids.

O Coletivo Contágio cria obras, publicações, residências, mostras e ações formativas que transformam vivências positivas em linguagem artística, memória coletiva e presença pública.

 

Desde 2019, espalhamos perguntas, imagens e encontros para enfrentar o estigma relacionado ao HIV/Aids e afirmar outras formas de existência, criação e futuro.

SOBRE O COLETIVO

O contágio como linguagem, encontro e memória em movimento.

O Coletivo Contágio nasceu em 2019, do encontro entre artistas, ativistas e comunicadores que vivem com HIV/Aids. Transformamos nossas experiências em matéria de criação, reflexão e ação política. Para nós, o HIV/Aids não é apenas um tema da medicina: é também uma questão de cultura, memória, direitos humanos e imaginação social.

 

Atuamos na criação de espetáculos, performances, obras audiovisuais, instalações, publicações, residências artísticas, ações formativas e espaços de conversa. Entre nossas principais iniciativas estão a Residência de Contágio, a Mostra Transmissão Contágio, o ciclo (Com)verso Positivo, o espetáculo Há mais revolta do que vírus no meu sangue e a Revista Contágio, primeiro periódico brasileiro dedicado às relações entre arte e HIV/Aids.

 

Nossa pesquisa atravessa as vivências de pessoas com HIV e suas relações com gênero, sexualidade, raça, território e classe. Ao longo dessa trajetória, construímos uma rede de artistas brasileiros e latino-americanos que fortalece intercâmbios, amplia repertórios e conecta diferentes experiências sobre a epidemia. Criamos para enfrentar o estigma, disputar narrativas e ampliar os modos de imaginar corpos positivos.

Um coletivo de arte, cultura e comunicação dedicado à criação de novos imaginários sobre HIV/Aids, memória e narrativas de avivamento.

Arte

No palco, o HIV deixa de ser silêncio e se transforma em corpo, memória e ação política. Nossos trabalhos atravessam teatro, performance e audiovisual para enfrentar estigmas e inventar novas imagens para as vivências positivas.

Comunicação

Informação também é ferramenta de transformação. Por meio de publicações, campanhas e projetos editoriais, traduzimos temas sobre HIV/Aids em conteúdos acessíveis, sensíveis e capazes de disputar narrativas.

Formação

Residências, oficinas, vivências e rodas de conversa formam espaços de troca, criação e fortalecimento coletivo. Nessas ações, arte, saúde e direitos humanos se encontram para ampliar repertórios e conectar saberes.

Considerando que a nossa existência mora no desconforto do não dito, o Coletivo Contágio acredita que as questões do HIV e da Aids não devem ser monopólio da medicina. Sua missão é espalhar informações, afetar a sociedade e ressignificar os imaginários sociais sobre vivências positivas por meio da comunicação, da arte e da cultura.

Projetos e Trajetória

Desde 2019, criamos obras, encontros e publicações que atravessam arte, HIV/Aids e memória coletiva.

Desde 2019, o Coletivo Contágio desenvolve projetos que conectam arte, comunicação, formação e direitos humanos a partir das vivências com HIV/Aids. Nossa trajetória reúne espetáculos, performances, residências artísticas, mostras, publicações, ações formativas e projetos realizados em parceria com instituições, equipamentos culturais e redes de artistas do Brasil e da América Latina.

 

Cada iniciativa amplia o debate público, fortalece narrativas positivas e transforma experiências individuais em memória e criação coletiva.

Conheça nossos projetos e acompanhe essa trajetória.

FORMAÇÃO + CRIAÇÃO

Residência de Contágio

Programa de formação e criação artística voltado a artistas interessados em investigar HIV/Aids, corpo, cena, memória e dissidências.

MOSTRA TEATRAL

Mostra Transmissão Contágio

Mostra criada como desdobramento das residências artísticas do coletivo, reunindo apresentações, bate-papos e ações formativas.

PUBLICAÇÃO

Revista Contágio

Publicação dedicada às relações entre arte, HIV/aids, comunicação, memória e re-existência.

TEATRO

Há mais revolta do que vírus no meu sangue

Espetáculo criado em 2023, a partir da primeira Residência de Contágio e da I Mostra de Células Cênicas PositHIVas.

AÇÃO FORMATIVA

(Com)verso Positivo

Ação formativa em formato de conversa, realizada em diálogo com artistas, pesquisadores, ativistas, coletivos, territórios e públicos.

AUDIOVISUAL

Indetectável: deuses morrem porque se renovam

Na produção audiovisual, o Coletivo Contágio transforma corpo, poesia e imagem em linguagem de enfrentamento ao estigma.

Acesse o portfólio completo do Coletivo Contágio e conheça as ações realizadas entre 2019 e 2026.

Publicação digital gratuita

mediante cadastro.

REVISTA CONTÁGIO

Uma publicação para ler, lembrar e continuar contagiando o mundo com informação

A Revista Contágio é uma publicação dedicada às relações entre arte, HIV/aids, comunicação, memória e re-existência.

 

Criada pelo Coletivo Contágio, a revista reúne textos, imagens, entrevistas, registros de processos artísticos e reflexões produzidas a partir de experiências que desafiam o silêncio e ampliam os modos de falar sobre HIV/aids no Brasil.

 

O acesso à versão digital é gratuito. Para ler, basta preencher um breve cadastro. Esse registro nos ajuda a acompanhar o alcance da publicação, mapear territórios de leitura e fortalecer novas ações editoriais, artísticas e formativas.

Após o cadastro, você será direcionado para a leitura digital da revista.

Marginálias

Textos, registros e pensamentos produzidos nas bordas da criação.

Marginálias reúne artigos, entrevistas, notícias, registros de processos e memórias produzidas pelo Coletivo Contágio e por sua rede de artistas e colaboradores. Um espaço editorial para ampliar conversas sobre arte, HIV/Aids, cultura, comunicação e direitos humanos.

Artigos

Entrevistas

Notícias

Releases

Processos

Memória

Corpo, Moda e Ballroom

Fênix Zion revela como dança, moda e cultura Ballroom transformam sua vivência com HIV em arte, enfrentamento ao racismo e ruptura dos silêncios.

Arte Contra Sorofobia

O texto mostra como diferentes linguagens artísticas humanizam as vivências com HIV, rompem estigmas e criam novos caminhos para enfrentar a sorofobia.

Arte Pede Cura

Xan Marçall fala sobre arte, desigualdades regionais e sua vivência com HIV, defendendo informação, autonomia e a urgência de imaginar a cura.

Estes são apenas alguns dos textos que circulam pelo Marginálias. Acesse a página completa para conhecer artigos, entrevistas, notícias, registros de processos e memórias do Coletivo Contágio.